quinta-feira, 30 de junho de 2011

A promessa de “revolucionar que não “revolucionou”

A novela “Amor e revolução” , obra de Tiago Santiago, projeto antigo que saíra do papel na emissora de Silvio Santos,entraria ao ar com a promessa e objetivo de revolucionar a TV brasileira. A obra caracterizaria o período da ditadura militar ocorrido entre 1964 a 1985 no Brasil.Com projeto esperto e bem perspicaz, a novela também prometeria ser um grande sucesso.
Com exorbitante e demasiados número de anúncios e chamadas nos programas a intervalos comerciais da emissora, a novela tinha forte ambição de atrair o público das 22h “logo após a novela da Globo”- velha e forte estratégia de Silvio Santos.
Com elenco de baixa qualidade e texto horrível, a trama decepcionou todas as expectativas da emissora e do público, pois não esperavam que o projeto fosse de qualidade tão inferior.Com baixa audiência, a novela chegava até a ficar na quarta colocação. O autor chegou até a questionar a credibilidade do IBOPE.
Mesmo com baixos índices, o autor ainda estando motivado a revolucionar, colocou no ar o primeiro beijo gay exibido na tv brasileira, onde tamanha repercusão rendeu míseros 6 pontos.
Visto que nada de revolucionar, Tiago Santiago reformulará a trama, onde a tal entrará numa fase de mais humor e romance, toda essa mudança por conta de uma pesquisa de opinião feita recentemente. O autor ainda disse que a novela terá menos torturas, carícias e beijos homossexuais serão cortados.
Agora fica a pergunta no ar:
Será que desta vez “Amor e revolução” revolucionará?
José Paulo
Exclusivo- Cntv

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